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Os Compositores

Bartók Brahms Chostakovitchi
Orff Ravel Schubert
Villa-Lobos Vivaldi Wagner
Bach Tchaikovki Monteverdi
  Verdi  

BARTÓK (Béla), compositor húngaro (Nagyszentmiklós, 1881 - Nova York, 1945), um dos mais eminentes representantes da escola contemporânea (música de câmara, música sinfônica e lírica [O castelo de Barba-Azul], música de piano [Mikrokosmos]).

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Brahms (Johannes), compositor alemão (Hamburgo, 1833 - Viena, 1897), célebre por seus Lieder e música de câmara, obras para piano, quatro sinfonias de, grande importância, aberturas, concertos, e por seu Réquiem alemão (1868).

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CHOSTAKOVITCH (Dimitri), compositor russo (São Petersburgo, 1906 - Moscou, 1975). Escreveu obras de circunstância, 15 sinfonias, e música de câmara, de inspiração nacionalista.

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BACH, nome de uma família de músicos alemães. O mais ilustre é JOHANN SEBAS - TIAN (Eisenach, 1685 - Leipzig, 1750), organista, que dirigiu a orquestra do príncipe Leopold von Anhalt de Köthen (1717) e tornou-se, em 1723, chantre da Igreja de São Tomás de Leipzig. Suas obras de música religiosa, vocal ou instrumental, valem pela arquitetura, riqueza da inspiração, audácia da linguagem harmônica, alta espiritualidade (Cantatas, Paixões, Missas, Obras para órgão, Cravo bem temperado e Partitas, Concertos de Brandemburgo, Suítes para orquestra). — Três de seus filhos foram compositores reputados: WILHELM FRIEDEMANN (Weimar, 1714 - Berlim, 1784); CARL PHILIPP EMANUEL, músico de Frederico II, e que é considerado como criador da sonata com dois temas; JOHANN CHRISTIAN (Leipzig, 1735 - Londres, 1782), que residiu em Milão e em Londres, e cujas obras anunciam Mozart

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MONTEVERDI (Claudio), compositor italiano (Cremona, 1567 - Veneza, 1643), um dos criadores da ópera na Itália, autor de Orfeu, Ariana, Coroação de Pompéia, Volta de Ulisses, e de nove livros de madrigais e cantatas, que revolucionaram, de certa maneira, a linguagem musical. Foi mestre-de-capela de São Marcos de Veneza (missas, salmos).

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ORFF (Carl), compositor alemão (Munique, 1895 - id., 1982). Estudou na Academia de Música de Munique, foi regente da Sociedade Bach (1930-1933). Professor do Conservatório de Munique (1950-1955). Tentou fazer teatro total com música, palavras e bailados. Estudioso de Monteverdi, isso o levou a escrever Carmina Burana (1937), imenso sucesso mundial. Outras obras: Catulli Carmina; Edipo; Prometeus. Também importante educador

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RAVEL (Maurice), compositor francês (Ciboure, 1875 - Paris, 1937), um dos clássicos da música francesa. É autor de A hora espanhola (1907), A criança e os sortilégios (1920-1925). Mestre em obras para orquestra (A Valsa [1919-1920], Bolero [1928]), escreveu igualmente partituras para piano (Jogos de água [1901], Gaspar da noite [1908]).

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SCHUBERT (Franz), compositor austríaco (Lichtenthal, 1797 - Viena, 1828). Deve sua celebridade a mais de 600 Lieder, de inspiração espontânea e profunda. Autor de A morte e a donzela,
O rei dos Elfos, de oito sinfonias (A sinfonia inacabada) e de páginas célebres de música de câmara (quartetos, quintetos [A truta]).

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TCHAIKOVSKI ou TCHAIKOVSKY (Piotr Ilyich), compositor russo (Votkinsk, 1840 - São Petersburgo, 1893), autor de óperas, sinfonias, bailados (Quebra-nozes) e de concertos.

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VERDI (Giuseppe), compositor italiano (Roncole, 1813 - Milão, 1901). Compôs numerosas partituras de óperas, dentre as quais as mais famosas são: Rigoletto (1851), La Traviata (1853), O trovador (1853), Aída (1871), Otelo (1887) e Falstaff (1893). Escreveu também um famoso Réquiem. Verdi foi um cultor da arte do canto, herdeiro da tradição da ópera italiana, e sua música profundamente dramática revela um talento apaixonado.

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VILLA-LOBOS (Heitor), compositor e regente brasileiro (Rio de Janeiro, 1887 - id., 1959). Quase autodidata, aprendeu a tocar violoncelo com o pai, e depois violão e piano. Na mocidade costumava acompanhar os chorões cariocas, o que serviu de introdução para a música popular urbana. Em 1908, passou temporada em Paranaguá, e viajou à Amazônia (1911-1912) como violoncelista de uma companhia de operetas. Casou-se em 1913 com a pianista Lucília Guimarães. Deu seus primeiros concertos em Friburgo – RJ e no Rio de Janeiro, tocava em cinemas e restaurantes. Em 1923 e 1927 passou longas temporadas em Paris, onde apresentou sua obra com sucesso. Em 1930, iniciou valioso trabalho de educação musical em São Paulo e depois no Rio de Janeiro. Separando-se da esposa em 1936, uniu-se a Arminda Neves de Almeida. Regeu grandes concertos corais com até 40.000 vozes e criou o Conservatório Nacional de Canto Orfeônico. Com o fim da Segunda Guerra Mundial, Villa-Lobos viajou constantemente, dirigindo concertos nos E.U.A. e na Europa. Em grave crise de saúde, foi operado em N. York (1948). Continuou a divulgar sua música no exterior até sua morte. Obras principais: série de 14 Choros para conjuntos vários, bem como a série de 9 Bachianas brasileiras; 17 Quartetos de cordas; os bailados Amazonas, Uirapuru, Mandu Sarará, Rudá e Imperador Jones; Canções típicas brasileiras e
Serestas; 12 sinfonias, 4 suítes Descobrimento do Brasil; 5 Concertos para piano e orquestra e 1 para violão; as óperas Izath, Yerma, Magdalena e A menina nas nuvens; as peças para piano Prole do bebé n.º 1, Rude poema e o Ciclo brasileiro; peças corais como Quatuor, Noneto e o Magnificat Aleluia e a Missa de São Sebastião; Estudos e Prelúdios para violão etc. Villa-Lobos é o maior compositor brasileiro moderno e utilizou nosso folclore com refinamento. É hoje um dos compositores mais freqüentemente gravados no mundo inteiro e já foram publicados mais de sessenta livros, no Brasil e no exterior, dedicados à sua obra.

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VIVALDI (Antonio), violinista e compositor italiano (Veneza, 1678 - Viena, 1741). Célebre virtuose, autor de música sacra, óperas, sonatas e sinfonias, marcou particularmente, com sua forte personalidade artística, a forma do concerto em três movimentos.

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WAGNER (Richard), compositor alemão (Leipzig, 1813 - Veneza, 1883), autor de O holandês voador, ou O navio fantasma (1841), Tännhauser e o torneio de cantores em Wartburg (1843-1844),
Lohengrin (1846-1848), Os mestres-cantores de Nuremberg (1862-1867), O anel dos Nibelungos (1853-1874), Tristão e Isolda (1857-1859), Parsifal (1877-1882). Gênio de rara inspiração, escreveu ele próprio seus libretos, buscando na maioria das vezes os temas nas lendas nacionais da Alemanha. Modificou a concepção tradicional da ópera, não fazendo concessão alguma à virtuosidade propriamente dita, para vincular estreitamente a música à poesia e à dança, e obter um todo harmônico. Sua música, cheia de símbolos, obedece à exploração sistemática de idéias musicais ou Leitmotiven.

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